Na verdade eu não o farei se submeter ao castigo de ler os meus cinquenta lamentos acerca dessa merda em epígrafe; até mesmo porque a razão principal já encontra-se explícita no título desse post.
Para você, que me tem numa melhor consideração e lê o que escrevo até o fim, exporei aqui os motivos mais contundentes que põem essa merda cinematográfica num histórico patamar abaixo de crítica.
Eu assisti ontem, porque tenho que assistir, para poder criticar, ou elogiar, ou aprender como fazer ou, não fazer.
Mas você que está em outra profissão não precisa perder seu tempo e pode se dar o direito de selecionar.
A começar pelo fato de ser baseado no romance defecado pela gorda mistura de Chilena com Escocês chamada Erika Mitchell (codinome E. L. James) em folhetim e posteriormente publicado em livro com 514 páginas manchadas de merda.
Apesar de os ingleses a ter em excelente consideração pela sua atuação pró-amparo a crianças e inúmeras ações comunitárias, fica claro, quando não é para “inglês ver”, que ela o faz para se livrar das críticas, pelo menos no Reino Unido, acerca da “Trilogia de Merda” que escreveu e ainda defecará.
Seguindo a tradição holiudiana, a versão cinematográfica (se é que podemos nomear assim, sem ofender a Hitchcock) consegue ser mais fedorento do que a merda impressa.
No quesito “produção cinematográfica” imagino Carl Laemmle remexendo-se no túmulo pela falta de noção dos atuais executivos da Universal Pictures em dar suporte à uma produção de elementos fecais, especialidade da Focus Filmes. O grupo NBCUniversal considera a Focus, uma de suas muitas afiliadas, como integrante de sua divisão de “art house pictures”. Só se for a arte de vender merda; isso eles fazem maravilhosamente, visto que a cagada lançada em fevereiro de 2015 já rendeu 570 milhões de dólares.
Bom, eu assisti ontem e confirmei o que já havia lido, escrito pelos mais “honestos” críticos de cinema internacionais; nenhum deles latino-americanos e muito menos brasileiros. Em vez de continuar escrevendo “o que eu acho”, que pouco importa, reproduzirei dois deles, estes sim, qualificados e criativos, ou… sarcásticos (o apogeu da criatividade):
O Roten Tomatoes escreveu: “Até que criativamente mais bem dotado do que sua contraparte impressa, Fifty Shades Of Grey consegue ser uma experiência, em tela, abaixo de satisfatória”!
Claudia Puig, do USA Today: "Fifty Shades carece de substância cinzenta, bem como de calor;
Através do sado-masoquista melodrama bombástico e tedioso que é Fifty Shades of Grey, você sentirá que ele, por si só, já é uma forma de tortura.
Aqueles que esperavam sexo quente, bizarro, vão se decepcionar. Menos de 15 dos 125 minutos do filme apresentam cenas de sexo. Quem esperava um mínimo de novidade cinematográfica e talento, então, nem se fala!
O diálogo, com base no best-seller de E.L. James, é risível, o ritmo é tedioso e as performances beiram o patético. Talvez o pior de tudo: a química é nula entre Jamie Dornan no papel do empresário bilionário Christian Grey (de 27 anos!!!!!!!!!!!) e a estudante virgem Anastasia Steele interpretada (!!!!!!!!!!) por Dakota Johnson.
Dornan tem uma só expressão durante os 125 minutos, enquanto Johnson olha vagamente e morde o lábio. Claramente ela estudou atuação na escola de Kristen Stewart!
Após um bom bocado de baboseiras e imbecilidades desta tentativa de conto de fadas de uma Cinderella pervertida, ele demonstra (!!!) estar obcecado por ela e ela fascinada por ele. Mas você nunca saberá disso a partir da atuação de ambos.
A sequência pretende ser um interlúdio sexy, cheio de clichês sugestivos. Em vez disso, é risivelmente ridículo!”
segunda-feira, 15 de junho de 2015
quinta-feira, 4 de junho de 2015
quarta-feira, 3 de junho de 2015
Andy Kaufman - Man On The Moon
Andrew Geoffrey Kaufman foi um ator performático norte-americano.
Como humorista quebrou todas as estruturas da comédia convencional. Conquistou o sucesso absoluto ao interpretar Elvis Presley e zombar de outras personalidades.
Nesse universo, interpretava personagens que escondiam sua verdadeira identidade e “fazia o público acreditar”. Muitas vezes irritava seus espectadores com pegadinhas, além de inventar falsas histórias para a imprensa e… “os fazia acreditar”!
Em 1984 Kaufman anunciou que sofria de espécie rara de câncer no pulmão. A imprensa e tampouco amigos e parentes do artista acreditaram na doença que o mataria pouco tempo depois.
Em novembro de 2013 foi anunciado na imprensa que o irmão de Andy afirmou que ele pode estar vivo e escondido. Michael Kaufman revelou que tinha encontrado no arquivo do irmão um plano para fingir a sua morte.
E assim como Elvis - sua mais marcante imitação - Andy Kaufman “make’em believe” que ainda vive.
"Man on the Moon" é uma canção da banda REM, lançada em 1992; escrita pelo vocalista Michael Stipe.
Liricamente é uma homenagem ao comediante Andy Kaufman, com inúmeras referências à sua carreira, incluindo a imitação de Elvis.
Título e refrão referem-se ao desembarque do Homem na Lua, muitas vezes acreditado como fazer parte das teorias da conspiração, como uma alusão oblíqua a rumores de que a morte de Kaufman, em 1984, foi falsificada.
A canção deu nome ao filme de Milos Forman baseado na vida de Kaufman e também incluída na trilha sonora oficial do filme.
Como humorista quebrou todas as estruturas da comédia convencional. Conquistou o sucesso absoluto ao interpretar Elvis Presley e zombar de outras personalidades.
Nesse universo, interpretava personagens que escondiam sua verdadeira identidade e “fazia o público acreditar”. Muitas vezes irritava seus espectadores com pegadinhas, além de inventar falsas histórias para a imprensa e… “os fazia acreditar”!
Em 1984 Kaufman anunciou que sofria de espécie rara de câncer no pulmão. A imprensa e tampouco amigos e parentes do artista acreditaram na doença que o mataria pouco tempo depois.
Em novembro de 2013 foi anunciado na imprensa que o irmão de Andy afirmou que ele pode estar vivo e escondido. Michael Kaufman revelou que tinha encontrado no arquivo do irmão um plano para fingir a sua morte.
E assim como Elvis - sua mais marcante imitação - Andy Kaufman “make’em believe” que ainda vive.
"Man on the Moon" é uma canção da banda REM, lançada em 1992; escrita pelo vocalista Michael Stipe.
Liricamente é uma homenagem ao comediante Andy Kaufman, com inúmeras referências à sua carreira, incluindo a imitação de Elvis.
Título e refrão referem-se ao desembarque do Homem na Lua, muitas vezes acreditado como fazer parte das teorias da conspiração, como uma alusão oblíqua a rumores de que a morte de Kaufman, em 1984, foi falsificada.
A canção deu nome ao filme de Milos Forman baseado na vida de Kaufman e também incluída na trilha sonora oficial do filme.
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- Waldir Costa
- Publicitário, Diretor de Criação, Diretor de Filmes Publicitários, Fotógrafo, Artista Plástico, Empresário.
